Arquivos da categoria: Palestras e Eventos

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O Estranhamento no Amor

Category : Palestras e Eventos

Palestrantes:

GILDA PITOMBO

Psicanalista, Psicóloga, Mestre em Psicanálise, Saúde e Sociedade. Membro da Internacional do Fórum do Campo Lacaniano do Rio de Janeiro da Escola de Psicanálise dos Fóruns do Campo Lacaniano e participante de Formações Clínicas do Campo Lacaniano do Rio de Janeiro.

MARÍLIA SILVA FLORES

Psicanalista, Membro associado da SPID; Coautora do livro “Escritos de Psicanálise e Literatura”; Coordenadora do projeto “Interlocuções: Psicanálise e Literatura” na Cidade das Artes.

 

“Temos de começar a amar para não adoecer e adoecemos quando uma proibição interior ou exterior nos impede de amar”. S. Freud

Freud descreve as “condições necessárias ao amor” cuja combinação é ininteligível e até desconcertante, muitas vezes. Tomaremos da literatura de Marguerite Duras o texto sobre O deslumbramento de Lol V. Stein, que Lacan presta uma homenagem e nos explica os elementos que entram em cena no amor: o amante, o objeto amado e o para-além do objeto. E o que estaria nesse além senão a própria falta? Eis o estranhamento…

O estranho relaciona-se ao que desperta angústia e horror e remonta ao que é muito conhecido e bastante familiar. São questões muito instigantes…

 

Data: 31 de maio – Quarta-feira – 20hs
Taxa de Inscrição: R$ 15,00
Local: Auditório da Livraria da Travessa do Barrashopping – Av. das Américas, 4666 – nível Américas – Loja 220.

 Informações e Inscrições
(21)2428-1289 0u 98382-6292

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Programação Científica – Aula Inaugural: Suicídio assistido e eutanásia, autonomia do sujeito e direito a morrer. Onipotência ou Potência?

Category : Palestras e Eventos

Palestrante:

Sergio Zaidhaft

Sergio Zaidhaft é Mestre em Psiquiatria, Psicanalista, Professor de Psicologia Médica da Faculdade de Medicina da UFRJ e da Universidade Estácio de Sá. Ex-Diretor de Graduação da Faculdade de Medicina da UFRJ. Autor de “Morte e Formação Médica”.

Debatedor:

Abílio Ribeiro Alves

Professor da Pós-Graduação da FAMATH em Clínica Psicanalítica e Psicanalista membro da ELP-RJ.

Coordenadora:

Katya Muniz

Psicóloga e Psicanalista, Doutora em psicanálise pela Universidade Complutense de Madri. Coordenadora geral da Sociedade de Psicanálise da Barra.

Noção de morte em nossa cultura. Aspectos históricos. Medicalização da morte. Atendimento a pacientes terminais: ensino e prática. Eutanásia, ortotanásia, distanásia, morte assistida. Aspectos éticos e bioéticos no Brasil e no mundo.

Será que uma pessoa pode ser obrigada a viver? Uma questão importante para reflexão: é possível julgar o processo de morrer escolhido pela pessoa? Se partirmos do pressuposto que o sujeito é juiz da sua vida e que o poder psíquico sobre a vida e a morte é dele, ainda que em nível inconsciente e somático, concordamos que é o seu próprio olhar sobre si e não o dos outros, que define o que é sua dignidade. No adoecimento irreversível e limitador o indivíduo pode querer lutar pela vida ou querer não estar vivo. Isso depende do resultado de embate entre as pulsões de vida e de morte no nível inconsciente. A morte do corpo é o limite longínquo da vida, mas, também um acontecimento significativo, como a cena final de uma peça. Pretendemos refletir sobre suicídio assistido e a relação com a busca da morte com dignidade. Há uma diferença entre eutanásia e suicídio assistido a principal diferença é que no suicídio assistido a responsabilidade e execução do ato final da indução da morte é da pessoa. O suicídio assistido ocorre porque o sujeito tem o desejo de terminar sua vida, mas não consegue realizar o ato sozinho demandando ajuda medicamentosa ou encorajamento psíquico. A partir da década de 1990, o suicídio assistido foi relacionado com a morte com dignidade, defendida por várias instituições no mundo e sendo legalizado (lei da morte com Dignidade). Longe de consenso, o tema demanda muita discussão. No suicídio assistido não há o ato da eutanásia exercido pelo médico e transfere para o paciente a decisão de encerrar a vida. A diferença entre eutanásia e suicídio assistido tem a ver com a execução do procedimento e não com o desejo de morrer com dignidade, de interromper uma vida com sofrimento. E a psicanálise diante desse cenário o que tem a dizer? Como pensam e se posicionam os psicanalistas?

A autonomia do sujeito mentalmente capaz, com possibilidade de escolher morrer do que manter uma existência desprazerosa sob o ponto de vista jurídico é tema relevante para discussão. E Para trocar, debater e refletir sobre um tema atual e polemico, a Sociedade de Psicanálise da Barra inicia a sua programação científica 2017, convidando seus membros e a comunidade, para uma assistir uma mesa redonda.


Início: 09 de março Quinta-feira
Horário: 20hs
Duração: Enquanto tiver vagas, vagas limitadas.
Local: Sede da SPB
End.: Avenida das Américas, 700, Bloco 8 – Sala 202 N – Shopping Città América – Barra da Tijuca.


A Sociedade de Psicanálise da Barra (SPB) é um espaço de estudo e pesquisa, bem como de troca de saberes e experiências, sobre questões da psicanálise. Oferece Formação Psicanalítica para médicos, psicólogos e áreas afins, além de cursos, núcleos e palestras abertos à comunidade. Possui ainda uma Clínica de Atendimento Psicanalítico para crianças, adolescentes e adultos.

Pretendemos sobretudo que a Sociedade de Psicanálise da Barra seja um espaço onde a teoria possa ser permanentemente questionada a partir da clínica e onde a criatividade de cada um encontre terreno fértil para se desenvolver e se expressar.

Objetivamos criar um espaço de troca, crescimento e criatividade para os seus membros, bem como promover atividades e eventos científicos que permitam a participação do público em geral.

Em agosto de 2007 tivemos o evento de abertura da SPB, projeto criado inicialmente por quatro psicanalistas: Elisabete Amado Reis, Maria Lucia Pilla, Maria Regina Domingues de Moraes e Sonia Resende Viana – todas pertencentes à Sociedade de Psicanálise da Cidade do Rio de Janeiro.

Neste site, você encontrará informações sobre a proposta e objetivos da SPB, e sobre nossas atividades.