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PALESTRA: ENCONTRO ARTE: UMA LEITURA PSICANALÍTICA Palestrante: Fátima Pinheiro

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PALESTRA:

ENCONTRO ARTE: UMA LEITURA PSICANALÍTICA

Palestrante: Fátima Pinheiro

Psicanalista Membro da EBP/ Associação Mundial de Psicanálise. Curadora de Artes Visuais e Ensaísta da Subversos Livraria e Editora.

O encontro da psicanálise propicia um campo rico para investigações quando mantém o legado transmitido por Freud e Lacan de que os analistas saibam ler, e que tomem as obras de arte naquilo que elas podem nos ensinar, isto é, sem interpretá-las ou reduzi-las às categorias diagnósticas. A partir dessa direção abordaremos a arte, privilegiando o “saber fazer” do artista, que nos ensina, à nós analistas, que o “fazer” pode tratar o real.

Data: 18 de outubro – quarta-feira

Horário: 20:00
Investimento: R$ 15,00

Local: Auditório da Livraria da Travessa do BarraShopping.

Avenida das Américas, 4666, nível Américas, loja 220.

Informações e inscrições: (21) 2428-1289 e 98382-6292

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Woody Allen e a exigência da morte

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Woody Allen e a exigência da morte

Obcecado pela ideia da morte como uma exigência injusta e desconcertante, Woody Allen trata desse tema na grande maioria dos seus quase cinquenta longas-metragens, às vezes pelo viés cômico, em outros momentos numa roupagem mais dura ou melancólica. Trazendo personagens que se confrontam com a impossibilidade de se apaziguarem com a ideia da finitude humana, e explorando esse conceito em seus aspectos filosóficos ou psicanalíticos, Allen constrói um expressivo panorama. Através de três sessões, que abordarão o tema a partir de diferentes eixos temáticos, sempre em diálogo com a Psicanálise, pretende-se compreender a centralidade dessa questão na obra do cineasta e discutir as ferramentas de que o cinema lança mão para tratar de um conceito tão complexo e inquietante.
Curso em três encontros – exibições seguidas de palestras e debates coordenados pelos palestrantes, sempre aos sábados.

Encontro 1 (11/11): O suicídio em Interiores (1978):
O suicídio como alternativa às pressões existenciais. A forma como Allen cerca esse ato de um imaginário bastante significativo. O existencialismo e o estatuto do artista na sociedade. As influências bergmanianas.

Encontro 2 (25/11): A paixão como negação da morte em Manhattan (1980):
O amor na obra de Allen. O enlace amoroso como tentativa de vencer a morte. As relações intergeracionais e seus agravantes. A separação do casal como uma experiência de morte em vida.

Encontro 3 (09/12): A ruína do corpo em Hannah e suas irmãs (1986):
Corpo, distâncias, tecnologia. O envelhecimento e a doença como avanços da morte sobre o corpo. Os domínios da dor. A hipocondria como tema constante em Woody Allen.

Palestrantes:

Maria Caú: formada em Cinema pela UFF, doutora em Literatura Comparada pela UFRJ e autora do ensaio Olhar o mar — Woody Allen e Philip Roth: a exigência da morte.

Katya Muniz: psicóloga e psicanalista, Mestrado e Doutorado em Psicanalise pela Universidade Complutense de Madri, Coordenadora Geral da Sociedade de Psicanálise da Barra.

Paulo Humberto Bianchini: psiquiatra e psicanalista, membro da Sociedade Brasileira de Psicanálise.

Sergio Zaidhaft: psicanalista, mestre em psiquiatria, professor de Psicologia Médica da Faculdade de Medicina da UFRJ e da Universidade Estácio de Sá. Autor de Morte e formação médica

Os encontros são independentes.
Taxa de Inscrição para cada encontro:
R$ 60,00 (profissionais) e R$ 35,00 (estudantes).
Taxa de inscrição para os três encontros:
R$ 150,00 (profissionais) e R$ 100,00 (estudantes).
Horário: 14h até 17h

Local: Auditório da Livraria da Travessa do BarraShopping.
Avenida das Américas, 4666, nível Américas, loja 220.

Informações e inscrições: (21) 2428-1289 e 98382-6292

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CUIDADOS PALIATIVOS: UMA REFLEXÃO SOBRE A VIDA E A MORTE NA SAÚDE

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  1. WORKSHOP

CUIDADOS PALIATIVOS:

UMA REFLEXÃO SOBRE A VIDA E A MORTE NA SAÚDE

25 de outubro – Quarta-feira

Programa

8:30   Entrega de Material

9:00   Palestra de abertura: Morte Digna

Katya Muniz
Psicóloga, Psicanalista, Mestre e Doutora em Psicanálise pela Universidade Complutense de Madri, Coordenadora geral da Sociedade de Psicanálise da Barra.

 

9:30   1ª. Mesa:  Paciente, Família e Equipe de Saúde: Quando Todos Estamos Diante do Morrer

Bárbara Cândido Araújo
Médica graduada pela UFRJ; Médica de Família e Comunidade pela Escola Nacional de Saúde Pública/ FIOCRUZ, Geriatra pela PUC-Rio, com área de atuação em Cuidados Paliativos

A expressão ¨enfrentamento da morte¨ popularizou-se à medida que, historicamente, desenvolveu-se na sociedade um processo crescente de medo e desumanização da mesma. Dentre as diversas causas para esta aversão ao tema, o avanço tecnológico se destaca. Torna-se cada vez mais difícil falar sobre o fim da vida, já que as inúmeras possibilidades terapêuticas progridem constantemente, postergando com recursos por vezes artificiais a chegada da morte.
Desta forma, o paciente e o profissional de saúde travam uma luta sofrida e inglória contra o inevitável fim, deixando de “viver”, digna e serenamente, o processo de “morrer”. Assim, os Cuidados Paliativos trabalham a experiência da morte valorizando a vida que ainda resta até lá e eternizando perante os que ficam, a memória daquele que enfrentou a doença, não a morte.

11:00 coffee- break

11:30 2a. mesa:  Luto em Cuidados Paliativos

Luana Flores
Mestre em Psicologia Clínica (PUC-Rio); Psicóloga da Pediatria/Comissão de Cuidados Paliativos (Hemorio).

O processo de luto, como elaboração de uma perda significativa, está presente ao longo de todo o adoecimento do sujeito, desde o diagnóstico, envolvendo diversas perdas relacionadas à doença e ao tratamento. Assim, o apoio ao  luto, previsto nos princípios dos cuidados paliativos, é mais do que o acompanhamento dos familiares após a morte do paciente.
No tratamento de pacientes em cuidados paliativos podemos identificar o luto antecipatório vivido pelo próprio doente, pela família, e também pela equipe de profissionais diante de um prognóstico reservado e aproximação da morte.

13:00 Almoço

14:00   Mesa Redonda: A abordagem dos profissionais da saúde com familiares e pacientes em cuidados paliativos

Temas:

Dignidade no cuidado
George Luiz Alves Santos

Enfermeiro Plantonista – Placi Cuidados Extensivos, Coordenador Pedagógico – Colégio Bezerra de Araújo, Especialista em Gerontologia – UFF, Mestre em Ciências do Cuidado em Saúde – UFF

– Por que a dignidade é tão importante na vida das pessoas no fim da vida.
– Como atitude, comportamento, compaixão e diálogo podem ser orientados para desenvolver a dignidade no cuidado.

 

 A Fisioterapia buscando aliviar o desconforto nos cuidados paliativos
Simone Abrantes Saraiva
Especialista em Terapia Intensiva pela UERJ, Mestre em Ciências pela UFRJ, Pós graduada em docência pelo ISEP,  Staff da reabilitação cardíaca do HUPE / UERJ, Staff do centro municipal de fisioterapia de Guapimirim, Rotina do Hospital Fundação do Câncer, Membro da Câmara Técnica de Fisioterapia em Urgências e Emergências do conselho regional de fisioterapia.

Será abordado o papel do fisioterapeuta no alívio dos principais desconfortos nos pacientes em cuidados paliativos: desconforto ventilatório e desconforto motor.
Além disso irei abordar como é importante para o familiar vê o seu ente demonstrando mais conforto diante do contexto. Não poderei deixar de citar o conflito e dificuldades do profissional nesse processo, frente a uma formação acadêmica que foi totalmente voltada para o curar, diante de um quadro onde o nosso principal papel será o cuidar.

 

Atuação do assistente social junto a família de pacientes no fim de vida
Débora Cristina de Oliveira da Silva
Assistente Social, Pós graduada em Saúde Pública, Capacitação profissional  em Bioética e Finitude de Vida,  Atuação com família e pacientes portadores de câncer  em cuidados paliativos.

 A terminalidade da vida é um tabu até os dias atuais, fazendo com que a morte seja algo pouco discutido na sociedade e em âmbito acadêmico. O processo de adoecer e terminalidade faz com que o sujeito reflita sobre sua visão de mundo. Todo o processo de fim de vida ocorre de maneira singular, afligindo não só o sujeito doente como também sua família e todo o contexto social no qual está inserido.
A família acaba por sofrer duplamente; primeiro por acompanhar o sofrimento de seu familiar e segundo por sentir-se impotente, sem condições de ofertar o suporte necessário ao sujeito em terminalidade.
Neste processo a equipe multiprofissional com saberes e práticas específicos a cada área de conhecimento auxiliam o sujeito e sua família para enfrentar a terminalidade com o menor sofrimento possível.
Os profissionais devem atuar no sentido de amenizar estas e outras dificuldades que possam surgir durante o adoecimento até o fim da vida, entre os quais estão o médico, o enfermeiro e o assistente social.
O Serviço social pauta sua assistência nas seguintes condutas:

  • Conhecer o grau de disposição de todos os elementos que englobam o grupo família;
  • Abordagem com equipe multiprofissional
  • Orientação, acolhimento e apoio no momento do óbito
  • Acompanhamento à família após a morte.

O Serviço Social objetiva aprimorar e humanizar o atendimento, conforme a demanda apresentada, e, assim, proporcionar um atendimento específico junto com a equipe multidisciplinar.
“A essência dos cuidados paliativos é a aliança entre a equipe de cuidados e o doente e a sua família” (TWYCROSS, 2003, p. 18).

 

16:00   Encerramento

Local:
Auditório do SindhRio
Rua Capitão Salomão, 36 – Humaitá – Rio de Janeiro

Inscrições:

Até 24 de outubro
Associados da SPB e Estudantes – R$ 100,00
Profissionais – R$ 150,00 –

25 de outubro 
Associados da SPB e Estudantes – R$ 120,00
Profissionais – R$ 180,00

Informações:
2428-1289 – 98382-6292
Facebook: Sociedade-de-Psicanálise-da-Barra


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O Estranhamento no Amor

Category : Palestras e Eventos

Palestrantes:

GILDA PITOMBO

Psicanalista, Psicóloga, Mestre em Psicanálise, Saúde e Sociedade. Membro da Internacional do Fórum do Campo Lacaniano do Rio de Janeiro da Escola de Psicanálise dos Fóruns do Campo Lacaniano e participante de Formações Clínicas do Campo Lacaniano do Rio de Janeiro.

MARÍLIA SILVA FLORES

Psicanalista, Membro associado da SPID; Coautora do livro “Escritos de Psicanálise e Literatura”; Coordenadora do projeto “Interlocuções: Psicanálise e Literatura” na Cidade das Artes.

 

“Temos de começar a amar para não adoecer e adoecemos quando uma proibição interior ou exterior nos impede de amar”. S. Freud

Freud descreve as “condições necessárias ao amor” cuja combinação é ininteligível e até desconcertante, muitas vezes. Tomaremos da literatura de Marguerite Duras o texto sobre O deslumbramento de Lol V. Stein, que Lacan presta uma homenagem e nos explica os elementos que entram em cena no amor: o amante, o objeto amado e o para-além do objeto. E o que estaria nesse além senão a própria falta? Eis o estranhamento…

O estranho relaciona-se ao que desperta angústia e horror e remonta ao que é muito conhecido e bastante familiar. São questões muito instigantes…

 

Data: 31 de maio – Quarta-feira – 20hs
Taxa de Inscrição: R$ 15,00
Local: Auditório da Livraria da Travessa do Barrashopping – Av. das Américas, 4666 – nível Américas – Loja 220.

 Informações e Inscrições
(21)2428-1289 0u 98382-6292

A Sociedade de Psicanálise da Barra (SPB) é um espaço de estudo e pesquisa, bem como de troca de saberes e experiências, sobre questões da psicanálise. Oferece Formação Psicanalítica para médicos, psicólogos e áreas afins, além de cursos, núcleos e palestras abertos à comunidade. Possui ainda uma Clínica de Atendimento Psicanalítico para crianças, adolescentes e adultos.

Pretendemos sobretudo que a Sociedade de Psicanálise da Barra seja um espaço onde a teoria possa ser permanentemente questionada a partir da clínica e onde a criatividade de cada um encontre terreno fértil para se desenvolver e se expressar.

Objetivamos criar um espaço de troca, crescimento e criatividade para os seus membros, bem como promover atividades e eventos científicos que permitam a participação do público em geral.

Em agosto de 2007 tivemos o evento de abertura da SPB, projeto criado inicialmente por quatro psicanalistas: Elisabete Amado Reis, Maria Lucia Pilla, Maria Regina Domingues de Moraes e Sonia Resende Viana – todas pertencentes à Sociedade de Psicanálise da Cidade do Rio de Janeiro.

Neste site, você encontrará informações sobre a proposta e objetivos da SPB, e sobre nossas atividades.